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quarta-feira, 10 de agosto de 2011

"Melancolia"

Melancolia

O fio da vida,
singeleza que não possuo.
Vivo em estado
de morte profunda.

O sono de um novo dia,
torpor que provem
estado de graça
para quem lhe convêm.

Bruno dos Santos

sábado, 6 de agosto de 2011

Bienal do Rio

Bienal do Rio.
Espero que todos posam comparecer!
Rio de Janeiro, Bienal do Livro, Rito de Sangue em baixo do braço e Anne Rice.
Isso vai dar o que falar!
Grandes editoras de plantão estou aqui e estarei lá!!!

Poesias Noturnas " Flores"

Flores


Contemplo-te ao anoitecer,
vestido vermelho sangue.
O que vai ser?


Flores na janela
te assustam,
13°andar.


Planejo verte todos os dias,
por toda a sua vida.
Flores.
Uma coroa de flores.


Bruno dos Santos

sábado, 4 de junho de 2011

Leia Rito de Sangue antes de todo mundo.

Para ler Rito de Sangue antes de todo mundo é só deixar um recado no blog e um email para contato. Peçam o arquivo e digam por que o querem.
Claro que não é o livro todo, mas para quem quer ter um gostinho antes de comprar, é um ótimo aperitivo.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Sorteio e Resenha

‎#sorteio twitter: Ganhe o livro Rito de Sangue e viva uma grande aventura com vampiros. @editora_lexia e @ViajenaLeitura - http://www.editoralexia.com/rito-de-sangue.html


Corram que ainda da tempo de concorrer a um exemplar de Rito de Sangue.


Caso queiram outras opiniões sobre o livro, no blog Viaje na Leitura tem uma resenha nova em folha.


Bruno dos Santos.

sábado, 23 de abril de 2011

Novidades

Aguardem um pouco, estamos produzindo a continuação de Rito de Sangue.
Prometo que antes disto, ainda escrevo algumas crônicas, e dou pistas de como a história continua.

Bruno dos Santos

domingo, 27 de março de 2011

Episódio 2 - Drama Familiar Parte 2

Crônicas noturnas de uma cidade futura

Episódio 2 - Drama Familiar Parte 2


            Marcos tenta defender-se dos golpes de Bruno Merichelle, deitado no banco da limousine, fecha os braços por sobre o rosto. Percebendo o cansaço de seu oponente, coloca o pé em seu abdômen e o empurra para cima e para o lado, vendo algumas garrafas no frigobar da limousine, que se abriu com o impacto, pega uma para golpear seu oponente.
            Bruno Merichelle percebendo o movimento de Marcos reúne suas forças, lança-o pela porta da limousine com garrafa e tudo, gritando para seu motorista voltar e passar por cima do corpo.
           
***

            Pela primeira vez, alguns momentos de paz. Estar com seu neto Pablo Merichelle, era para ele a única forma de estar vivo em anos. Explicar o que houve com seu pai, e lhe dar o dom da imortalidade, era resolver sua solidão, era ter com quem compartilhar suas dores, seus medos e desejos. O velho Merichelle estava se sentido uma criança.
            Voltara ao bar onde o menino Merichelle vivia, logo após resolver as coisas com Marcos, sabia que não o matara, mas demoraria para que o vampiro se recuperasse, e enquanto isso, levaria seu neto para seu refugio, longe de tudo e de todos. Em breve para mais longe ainda.

***

            Pablo Merichelle estava deitado em um sofá de veludo vermelho, abrira os olhos, mas não se mexera, não queria despertar a atenção de seu raptor, que parecia com seu avô, mas não poderia ser, seu avô morrera a décadas, quando não havia nascido, quando seu pai era jovem, como na foto que se lembrava.
            -Não precisa ter medo, não lhe farei mal, sei que tudo parece impossível de entender, mas tentarei explicar, e logo que tiver o dom que tenho, compreenderá, melhor ainda. O homem, ou demônio, com quem brigou hoje, é o assassino de seu pai, e o matou para que seu pai não ganhasse o dom que ganharás hoje.
            Pablo tenta se levantar do sofá. O que o homem estava dizendo só poderia ser sandices de um louco psicopata, tinha que fugir, já.
            -Controle-se Pablo, já disse que não lhe farei mal, não sou louco nem psicopata. Quero apenas que meu neto compartilhe meu dom.
            Parecia a Pablo que o homem ouvia seus pensamentos, e respondia a todas as perguntas que podia formular.
             - E sim, posso ler seus pensamentos, mas repito, não se preocupe, não lhe farei mal, o que vou lhe dar é um presente maior do que você pode supor.
            Pablo estava sem forças, não entendia o que avia acontecido, sentia o sangue escorrer em seu rosto, sentia sua cabeça latejar.
            -Descanse agora, não tente se levantar. Diz Bruno tomando as mãos de seu neto entre as suas e lhe beijando o pulso, e depois sugando o sangue mortal do menino.
            Fraco Pablo nem percebeu o que acontecia, deixou-se levar pela onda entorpecente que unia os dois homens na sala.

***

            Fraco e sentido muita sede, Pablo é acordado por seu raptor, com o pulso cortado, lhe oferecendo seu próprio sangue para beber. A principio não queria, não entendia, mas foi compelido pela sede, e sucumbindo a ela, agarra se ao braço que lhe foi oferecido, sugando como uma criança, sentindo o sangue lhe aquecer o corpo e lhe trazer um conforto a muito não obtido.
            Ele realmente era seu avô, não restava duvidas, seguiria seu caminho com ele, fosse para onde fosse, estava em casa novamente, não em um bar, trabalhando como escravo, mas com os seus, ou ao menos com um dos seus, agora era um Merichelle, não um desgarrado ou um abandonado, não mais o menino.
            Com um safanão Bruno Merichelle, afasta seu neto. Pablo já tomara o suficiente de seu sangue, agora poderia dormir e morrer em paz, quando acordasse, conversariam novamente.
            Bruno mal podia esperar pela noite seguinte, fechando o mausoléu onde Pablo iria dormir, sonhava com os anos que teriam pela frente.

***

            Arrastando o que restava de seu corpo, Marcos entra em um beco escuro, onde ratos perambulam em volta de uma lixeira, reunindo suas ultimas forças, pega alguns e se alimenta. Em quanto o sangue dos pequenos ratos surte o efeito desejado, uma torrente de pensamentos ecoa em sua cabeça, a raiva toma conta, assim que reunisse forças novamente, Bruno pagaria por tudo, uma criança malcriada que merecia seu castigo, crianças que não respeitam as regras põem os outros em risco.

***

            O arrastar de cadeiras, o chão encerado, a prataria sendo polida até refletir a imagem do criado que a polia, tudo indicava que era noite de reunião, o conselho seria formado, claro que ninguém ali sabia o que iria acontecer, exceto Melinda. Estava deslumbrante, colocara um vestido negro, comprido e com golas altas, brilhante como o céu estrelado, colocara também suas mais preciosas jóias, gostava de impressionar os convidados, afinal, era cria de Catarina, a grande mestra de todos os vampiros da região, não uma princesa da noite, mas uma rainha de Sabah.
            Uma presença na porta, desperta Melinda de seus pensamentos, já estava atrasada, os criados já deveriam ter sido dispensados e o salão secreto já deveria estar aberto. Um toque de capainha. Ele era sempre o primeiro a chegar, Antonio, o vampiro mais velho do conselho, era da longínqua época onde ainda existiam cavalheiros, homens elegantes e de gestos suaves, podia até vê-lo sobrecasaca preta, cobrindo o elegante terno  de alfaiataria e a cartola um pouco inclinada para frente e para o lado, cobrindo um rosto de traços finos e muito atraente. Poderia entrar na casa sem o mínimo esforço, mas tocava a campainha, e aguardava pacientemente. Antes de atender aporta, Melinda manda todos os empregados saírem da casa e recolherem-se em seus aposentos: o que faziam sem pestanejar além de empregados eram escravos mentais de Catarina.
            Tudo pronto. Melinda se dirige a porta.

***

            Bruno Merichelle observava o despertar do menino, para sua nova vida, seu rosto empalidecera e ganhara certa luminosidade, seus olhos tornaram-se abismos negros e seu cabelo estava liso como o do avô. Agora era um homem, não mais um menino.
            -Vamos, acorde meu neto, não temos muito tempo, aqui não é seguro para nós.
            Pablo abre os olhos como se retornasse da morte, mas no seu caso a morte era só o começo, estava realmente morto, mas a magia e a nova consciência moviam o que restara de seu corpo. Levantando-se com a ajuda de seu avô, sente náuseas, e sede, muita sede.
            -Vamos beber e sair, no caminho lhe explico tudo que deve ser explicado. Agora só a tempo para a primeira lição, que é a mais importante. E no fundo a única que realmente importa.
            Deixando o porão da grande mansão, os dois Merichelle seguem para uma cozinha clara e ampla, lá se encontram três figuras, uma senhorinha com trajes de cozinheira, um rapaz com uniforme de motorista e um senhor trajando macacão e botas de jardinagem.
            - Obrigado Willian por fazê-los esperar. Quanto a vocês dois, pedi que me aguardassem chegar por dois motivos: gostaria de lhes apresentar meu neto, Pablo Merichelle e me despedir.
            A senhora limpa as mãos no avental e agarra Pablo, apertando e o abraçando, ele vê as veias no pescoço da mulher, latejando e se oferecendo a ele, para que matasse a sede.
            - Sim, faça, é só seguir seus instintos, mas não até o fim, não pode matá-la, pois se assim fizer morrera também.
            No outro canto da cozinha Willian segurava o jardineiro.
            -Mais uma vez, obrigado Willian.
Bruno avança, agarra o jardineiro e se alimenta.
            Todos satisfeitos, agora era hora de seguir viagem, teriam que estar o mais longe possível antes que o conselho, que já devia estar acontecendo, acabasse.
            -Willian, sabe o que deve fazer. Se possível, nos veremos em breve, perdoe-me por não lhe contar para onde estamos indo, mas para sua própria segurança é melhor que não saiba.

***

            A exuberância de Catarina chamava atenção de todos, seus longos cabelos negros, seus seios volumosos, apresentados juntos a um colar de pérolas, em um grande decote que ia até o umbigo, suas silhuetas delineando um belo vestido marfim, brilhante como ela.
            -Vamos nos acomodar e resolver nossos assuntos, não estou muito disposta hoje. Fala Catarina, se dirigindo a seu lugar de costume na mesa do conselho.
            -Como sempre, os irmão Geraldinni ainda não chegaram, minha senhora. Fala Melinda puxando a cadeira aonde Catarina iria se sentar.
            -Tomem seus lugares, o que temos para discutir não pode esperar.
            Antonio, o elegante vampiro de cartola posta-se ao lado de Catarina, em outra ponta da mesa, senta-se um homem esquelético, trajando um terno sujo e rasgado e cheirando muito mal.
            -Estamos nos encontrando muito ultimamente. Diz Cleto, batendo com os dedos sujos e cadavéricos sobre a mesa.
            -Mais do que eu gostaria. Retruca Catarina olhando para Cleto de soslaio.
            -É sobre Bruno novamente, creio?
            -Sim, Antonio, infelizmente é. Ocorre o mesmo que antes. Agora ele quer seu neto e pelo que sei, já conseguiu.
            -Marcos não deveria acabar com o menino? Espanta-se Antonio.
            -Marcos é fraco e não passa de outra criança assim como Merichelle. Vamos acabar logo com isso, uma caçada de sangue e acabamos com este assunto.  Diz Cleto levantando da cadeira e socando a mesa.
            -É claro, meu caro, Cleto, depois é só assinarmos a nossa declaração de incompetência e esperarmos que outros venham tomar nosso lugar. Fala Catarina, sem ao menos elevar o tom de voz - Por favor, sente se! Quero resolver da maneira mais silenciosa possível, vou mandar Marcos completar o serviço que começou.
            -Vou deixar bem claro, Marcos é uma criança também. Não acho prudente que ele tome conta disso sozinho, já falhou uma vez e pode falhar novamente.
            _ Sim, Cleto, mas Marcos já conseguiu uma vez e tenho certeza que conseguira novamente.
            -Ok, eu concordo. Diz Antonio.
            -Tudo bem, vou concordar, só para não ter que ficar aqui com os irmãos Geraldinni, a propósito, acho que estão chegando.
            Com um jogo de corpo, Cleto gira de sua cadeira e se desfaz em uma nuvem de fumaça.
            -Eu odeio quando ele faz isso. Até logo, minha cara. Antonio se levanta, beija a mão de Catarina e sai pela porta do aposento. 


             
  Continua...

Próximo episódio dia 02/04/2011
Escrito por: Bruno dos Santos
Um dos escritores do livro Rito de Sangue.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Crônicas noturnas de uma cidade futura

Crônicas noturnas de uma cidade futura

Episódio 1 - Drama Familiar Parte 1

     O mundo visto com os olhos dos outros, é assim que um vampiro enxerga a vida humana , é assim que um vampiro vê sua família, amigos e amores, envelhecendo e partindo.
      Bruno Merichelle era vampiro há pouco mais de cinqüenta anos e ainda não se acostumara com a ideia, ainda era humano demais.

***

            Ele já estivera naquele bar inúmeras vezes. Marcos gostava do lugar, cheirava a frangotes prontos para uma boa briga. Jovens inconseqüentes, delinqüentes que poderiam sumir sem que ninguém desse falta deles. Claro que para ele todas as brigas eram fáceis. Era assim que ele escolhia suas vitimas: fazia com que ficassem com raia, gostava de ver o ódio em seus rostos, e por fim se alimentava, os consumia e se tornava imortal, por mais algumas noites.

***
     
      O pai desaparecera há alguns anos, assim como seu avô. Este Merichelle estava abandonado à própria sorte, sua mãe, o vendera a um traficante de drogas há alguns anos atrás para pagar uma dívida. Agora o menino Merichelle era como um cão de briga, guarda costas e capanga de Enrico.
            Até que o menino se saía bem, em alguns meses já tomava conta do bar como ninguém, fez do lugar sua morada.

***

            Marcos gostava especialmente do garoto que parecia tomar conta do bar, se pegava olhando para ele, entre um gole e outro de conhaque, seus cabelos negros e longos, jogados por sobre os ombros, geralmente usando uma camisa branca de gola aberta e manga virada na altura do cotovelo, calça social risca de giz e sapatos muito bem polidos. O menino Merichelle, Marcos já ouvira este nome nos dois mundos que freqüentava. Alguns anos antes fora incumbido de matar um Merichelle.  Para Marcos, este seria o jantar perfeito, como comer caviar, seria o manjar dos Deuses. Desta vez teria que tomar mais cuidado, o traficante e cafetão da área o tinha como protegido.

***
      Uma inquietação na alma: era o que ele sentia, destas que a gente sente quando é hora de tomar uma decisão muito importante. Ao sorver um gole de vinho, Bruno pensava em acabar com sua passividade, era hora de agir, não iria perder mais uma pessoa a quem amava, não iria perder seu neto, não queria vê-lo morto como seu filho, nem definhando, envelhecendo e morrendo. Mesmo sem a aprovação dos outros, mesmo que fosse uma criança da noite, um jovem vampiro, iria tomar uma atitude, podia ser jovem como criatura da noite, mas havia sido um chefe de família e já não era novo quando foi arrebanhado.
      Acabando de sorver o ultimo gole do vinho, Bruno Merichelle se levanta de sua poltrona, pega o paletó risca de giz que completa seu traje, um lindo terno de corte italiano, e sai para resolver de vez suas angústias.

***

      Hoje a noite estava calma, o bar estava estranhamente vazio, o mesmo vazio que tomara conta do menino Merichelle. Para passar o tempo e aliviar a solidão, era melhor arrumar uma boa briga. Poucas pessoas ocupavam algumas mesas, alguns jovens bêbados, um casal de namorados  e um rapaz que vinha sempre ao bar, cabelo aloirado, curto, estilo militar, calça e botina do exército, um sobretudo preto e uma cara muito estranha, como uma máscara pálida e sem emoção, estava sempre sozinho em um canto, já o tinha visto brigar e sabia que era muito bom, mas tanto faz, o menino não queria ganhar e sim brigar, aliviar o mal estar, dando ou tomando uma boa sova.

***

      Algum tempo depois Bruno Merichelle estava de pé em frente a um velho bar de subúrbio, freqüentado apenas por delinqüentes e viciados, aquele lugar, definitivamente, não combinava com ele, não combinava com seu terno alinhado, nem com os cabelos negros impecavelmente penteado para traz. Abriu a porta da frente usando um lenço e adentrou.
            Um grupo de rapazes corria para a porta dos fundos do bar, gritando e fazendo algazarra, parecia  haver uma briga, ninguém no balcão e ninguém no bar, todos haviam saído, Bruno atravessa o bar com  rapidez sobrenatural e chega a porta.

***

      Marcos não achou que seria tão fácil; ser desafiado por aquele garoto, pelo menino Merichelle, era mais do que ele podia pretender. Para os mortais, que pudessem se importar com o garoto, Marcos era invisível e para os vampiros, marcos faria um favor. Acabaria de vez com a ladainha de Bruno Merichelle, o novato que queria transformar o neto em vampiro, só por que não conseguia se livrar de seu lado humano.
      O menino estava se recompondo, Marcos achou que tinha exagerado na dose, o ponta pé que dera no menino o jogara porta afora, ele tinha que controlar sua força para não dar bandeira aos poucos espectadores da noite. Um soco bem dado,  Marcos fingiu sentir dor, mas logo em seguida, bateu de volta, jogando o menino de encontro a algumas latas de lixo. Que menino valente, Marcos estava gostando da reação dele, não se deixava humilhar, se levantou e veio de encontro a Marcos, que apenas desviou, dois ganchos de direita e um gancho na boca do estômago, que faria Marcos perder a respiração e até desmaiar se fosse mortal. Fingiu tontear, mas golpeou o menino com uma pisada no joelho e um soco de cima para baixo que fez o menino se ajoelhar e se preparou para o grande final, segurou a cabeça do menino e preparou para uma joelhada...

***

      O impacto foi tão forte que Marcos levou algum tempo para perceber o que estava acontecendo.
      -Seu verme, sanguessuga, não vai fazer com Pablo, o que fez com o pai dele. Há anos venho tentando localizar você e agora posso destruí-lo, seu demônio das trevas! Diz Bruno Merichelle se postando entre Marcos e o menino.
      -Só fiz o que me mandaram fazer, sou pau mandado assim como você. Responde Marcos se recompondo do empurrão.
      -Então, não tenho escolha vou matar, ou morrer de vez, a eternidade é um peso que não posso carregar sozinho.
      O menino assustado, vendo o homem que se interpôs ao combate, não acredita em seu olhos, ele via seu avô, igualzinho a imagem que se lembrava, a imagem no porta retrato, ao lado de seu pai.
      Um chute, uma defesa de perna, um soco, uma defesa e um soco, direto no queixo, Bruno agradecia os anos de briga de rua e pugilismo na adolescência, por mais que Marcos fosse mais forte, ele era mais esperto, Marcos sobrepujava os pobres meninos mortais, mas não era páreo para um de sua espécie, era uma marionete, tão nova quanto Bruno.
      Agarrando marcos pela gola do sobretudo, Bruno Merichelle arrasta seu oponente para a frente do bar e o joga na limusine parada em frente ao bar.

Continua...

Próximo episódio dia 25/03/2011
Escrito por: Bruno dos Santos
Um dos escritores do livro Rito de Sangue.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Continuação

Ola pessoal, em breve novidades. Para quem já está com vontade, começaremos a por em prática a continuação de Rito de Sangue. Até o fim do ano é possivel que todos já possam saber o que vai acontecer com Mário, Michele e outros personagens.